Trabalho do LA2I Ganha Prêmio Gerdau 2013

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Criado há 31 anos, o Prêmio Gerdau Melhores da Terra reconhece anualmente o que há de melhor no setor de máquinas e equipamentos agrícolas, como forma de incentivar a evolução tecnológica e contribuir para a maior produtividade no campo. O atual crescimento da produção agrícola, que possibilitará o alcance de um novo recorde da safra de grãos, e o aumento no preço de commodities, como soja e milho, torna o momento propício para investimentos em soluções que colaborem com a qualidade de vida do produtor rural, aliando inovação e qualidade. Neste ano, o prêmio registrou 709 inscritos em suas quatro categorias: Novidade Agrishow, Novidade Expointer, Pesquisa & Desenvolvimento e Destaque.

Na edição deste ano, na categoria Pesquisa e Desenvolvimento, o vencedor foi um dos trabalho do LA2I, cujo título é “Sistema de aquisição de baixo custo para combate à ferrugem alaranjada da cana-de-açúcar”. A equipe do trabalho é composta pelos mestrandos Alex Guedes e Maurício Moreira, além dos professores Maria França, José de França e Marcelo Canteri. A equipe responsável pelo trabalho desenvolveu um sistema para captar e disponibilizar ao agricultor dados climáticos que ajudam a indicar a probabilidade de ocorrência de ferrugem em plantação de cana-de-açúcar, doença que já dizimou produções em diversos países.

Os troféus dos vencedores desse ano serão entregues no dia 28 de agosto, às 11h30, na usina Riograndense, localizada em Sapucaia do Sul (RS).


Membros do LA2I participaram do SBIAGRO 2011

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SBIAGRO 2011
Da esquerda para a direita… José A. de França, Maria Bernadete de M. França, Marcelo G. Canteri, Marcelo A. e Silva.

O Congresso Brasileiro de Agroinformática é um evento bianual promovido pela Associação Brasileira de Agroinformática. O SBIAgro 2011 foi realizado pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) em parceria com a Universidade Federal de Pelotas (UFPel) e ocorreu na semana de 17 a 21 de outubro de 2011, no Dall’Onder Grande Hotel, na cidade de Bento Gonçalves, RS. O tema central do congresso foi “Agricultura de Precisão, da Coleta de Dados à Gestão do Agronegócio” e contou com importantes palestrantes nacionais e internacionais. Foram apresentados trabalhos nas formas oral e pôster e foram realizadas mesas redondas, palestras técnicas e exposições de tecnologias de empresas e instituições de ensino e pesquisa.

No evento, foram apresentados cinco trabalhos de pesquisadores e alunos do LA2I. Por isso, quase uma sessão inteira foi reservada para apresentar os resultados das pesquisas do LA2I.


“Árvore Eletrônica” no programa RIC Rural da Rede Record

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No dia 02/10/2011, o programa RIC Rural da Rede Record exibiu uma matéria sobre a “Árvore Eletrônica” do LA2I. Quem não viu a matéria, ainda pode vê-la no vídeo logo abaixo.


“Árvore Eletrônica” do LA2I no Paraná TV

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Quem perdeu a matéria sobre a “Árvore Eletrônica” do LA2I, exibida nesta quarta, no jornal Paraná TV da Rede Globo, tem ainda a chance de vê-la logo abaixo.


“Árvore Eletrônica” do LA2I no Canal Rural

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Quem perdeu a matéria sobre a “Árvore Eletrônica” do LA2I, exibida neste domingo, no programa Rural Revista do Canal Rural, tem ainda a chance de vê-la logo abaixo.


Neste domingo, reportagem do Canal Rural dará destaque a projeto do LA2I

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No próximo domingo, dia 4 de setembro, está agendado uma reportagem falando sobre a “Árvore Eletrônica” desenvolvida aqui no LA2I. A reportagem deve entrar no ar às 20h no Canal Rural. O Canal Rural é transmitido pelo canal 20 da NET TV e 105 da SKY. A programação do Canal Rural também está disponível, ao vivo, na internet, podendo ser assistida logo abaixo.

Leia o restante!


Jornal de Londrina faz reportagem de capa sobre equipamento do LA2I

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No dia de hoje, o Caderno Rural do Jornal Folha de Londrina publicou uma extensa reportagem sobre os resultados das pesquisas do LA2I que visam a redução do uso de agrotóxicos.

Inventos podem reduzir aplicação de defensivos

Equipamentos identificam a presença do vírus antes que as lavouras sejam atacadas, o que gera uma economia de até 75% na aplicação de agrotóxicos

Um grupo de pesquisadores da Universidade Estadual de Londrina (UEL) está desenvolvendo uma tecnologia que poderá reduzir em 75% a aplicação de defensivos agrícolas nas lavouras. Um dos responsáveis pelo trabalho é o professor José Alexandre de França, do curso de Engenharia Elétrica. Ele acredita que a novidade vai contribuir para aumentar a renda do produtor e melhorar a qualidade dos alimentos que chegam à mesa da população. ”O que a gente espera com este estudo é mudar completamente a forma de usar defensivos agrícolas para tratar as doenças (das plantas) daqui para frente”, diz França.

A experiência consiste na união de dois tipos de equipamentos que foram criados em épocas distintas e, embora diferentes, são complementares. O primeiro é o ”Siga”, idealizado pelo professor Seiji Igarashi, do curso de Agronomia, e pesquisador aposentado do Instituto Agronômico do Paraná (Iapar). Este equipamento, que tem a abreviatura do nome do professor, detecta a presença de vírus no ar, conhecidos por esporos, que podem se transformar em doenças das plantas. O ”Siga” foi criado em 1986 para identificar a presença de pragas nas lavouras de trigo. Agora, em uma nova versão que conta com o aproveitamento da energia solar, poderá ser usado também em qualquer tipo de lavoura.

O segundo equipamento é a ”árvore eletrônica” criada pelos professores José Alexandre de França e Maria Bernadete de Morais França. O nome se deve à semelhança que o protótipo tem com uma árvore. Ele é formado por algumas camadas de ”folhas” que indicam o teor de umidade como se fosse na planta verdadeira. As informações são repassadas a um laboratório da universidade por chip de celular instalado no aparelho.

Enquanto o ”Siga” vai identificar se há ou não a existência do vírus que pode causar a doença, a ”árvore” mostra se as condições climáticas são favoráveis ou não para que a doença se desenvolva. No caso da ferrugem, por exemplo, é preciso de 6 a 8 horas de umidade para o esporo germinar. ”O objetivo do coletor de esporos é determinar quando os vírus chegam a uma determinada região, antes que as plantas sejam infectadas”, afirma Igarashi.

O engenheiro agrônomo Gustavo Migliorini, que também participa do projeto, diz que é comum o agricultor fazer aplicações periódicas de fungicidas nas lavouras obedecendo apenas a um calendário pré-determinado, mesmo sem saber se há necessidade ou não, ou seja, se há risco da doença. O professor Seiji Igarashi diz que com a adoção da nova tecnologia, o trabalho poderá ser feito de forma preventiva e não apenas depois que a planta apresenta o sintoma da doença.

Segundo ele, o aparecimento do vírus não significa que a doença vá se desenvolver, com riscos de se transformar em epidemia ou grandes infecções nas lavouras. O professor recomenda que a previsão do tempo seja acompanhada com muita atenção. Se há previsão de chuva durante três dias consecutivos de um determinado mês e o agricultor identificou a presença do vírus que pode se transformar com o ”molhamento” das folhas, a aplicação preventiva pode ser feita dois dias antes.

Os pesquisadores garantem que as aplicaçoes dos agrotóxicos poderão ser reduzidas para uma ou no máximo duas se o agricultor usar a tecnologia de forma correta, observando a incidência dos esporos e as condições climáticas. E mesmo havendo necessidade, a aplicação poderá ser feita apenas nas áreas que apresentam maior risco. ”O que o pessoal tem feito é aplicar o fungicida depois que a planta apresenta o sintoma, mas estes equipamentos permitem que a gente saiba quando o vírus começou a chegar, antes de causar a infecção”, afirma Igarashi.

Eli Araujo – Reportagem local


Jornal Folha de Londrina faz reportagem sobre a “Árvore Eletrônica”

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Na próxima semana, deverá ser publicada uma reportagem sobre a nossa “Árvore Eletrônica”  no Caderno Rural da Jornal Folha de Londrina. Na última quinta-feira, a equipe do jornal nos procurou para tirar as fotos que ilustrarão a reportagem. Vejam o vídeo gravado durante a ocasião.



Revista Corrente Contínua faz referência ao LA2I

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A edição desse mês da Revista Corrente Contínua, em uma das suas reportagens assinada por Michele Silveir,  faz uma referência a um dos nossos projetos, o de “Monitoramento Automatizado de Vibrações Eólicas”. Vejam o excerto abaixo ou a reportagem completa (pág. 20).

Nas linhas do madeira, tecnologia vai resultar em economia de R$ 50 milhões

A vibração eólica é mais um desafio das tecnologias de transmissão. Numa parceria com pesquisadores do Departamento de Engenharia Elétrica da Universidade Estadual de Londrina, a Eletrobras Eletrosul desenvolveu o protótipo de um vibrógrafo – equipamento que mede as vibrações eólicas e o esforço que elas exercem sobre as linhas de alta tensão. O aparelho foi instalado no cabo para-raios da linha de transmissão de 525 kV Londrina-Ivaiporã, associada a Itaipu, para testes. As informações obtidas a partir do uso desse tipo de medidor podem ajudar a estimar o tempo de vida útil dos cabos de energia e indicar medidas preventivas ou corretivas em locais onde as linhas estejam mais vulneráveis à ação dos ventos.

O coordenador geral do projeto, professor José Alexandre de França, explica que o objetivo é desenvolver um sistema de aquisição de dados que monitore o estresse nos cabos das linhas de transmissão. “Conhecendose esse estresse, é possível prever quando há grandes chances de ruptura nos cabos e, para evitar problemas maiores, agendar uma manutenção preditiva”. Segundo ele, o protótipo foi desenvolvido para superar as limitações dos vibrógrafos atuais. “Um dos diferenciais é o uso de baterias recarregáveis via indução magnética, isto é, capazes de retirar energia do cabo no qual o aparelho está instalado, garantido maior autonomia de funcionamento. Outra vantagem é a transmissão on line de dados, que permite enviar informações diariamente ao servidor localizado no campus da Universidade, pela rede GPRS (Serviço de Rádio de Pacote Geral) do celular”, explica. A expectativa é que o projeto esteja pronto até dezembro de 2011.

Evidentemente, o texto está impreciso, pois o equipamento está sendo desenvolvido inteiramente por nós. A contribuição da ELETROSUL/ELETROBRAS limita-se apenas a permitir que o equipamento seja testado na linha de transmissão deles.


Exame de Qualificação: Fábio Gentilin

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Em 15 de julho de 2011, com início às 10h00, no na sala de Multimeios 1 do CTU, acontecerá a Defesa do Exame de Qualificação do mestrando Fábio Augusto Gentilin. O trabalho é intitulado “UM MEDIDOR DE UMIDADE EM PÓ DE CAFÉ BASEADO EM ESPECTROSCOPIA POR REFLECTÂNCIA DO INFRAVERMELHO PRÓXIMO“. A banca será composta pelos seguintes membros:

  • Prof. Dr. José Alexandre de França – Orientador/Presidente – DEEL/UEL;
  • Prof. Dr. Leonimer de Melo – DEEL/UEL;
  • Prof. Dra. Silvia Galvão de Souza Cervantes – DEEL/UEL.