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Revista Corrente Contínua faz referência ao LA2I

A edição desse mês da Revista Corrente Contínua, em uma das suas reportagens assinada por Michele Silveir,  faz uma referência a um dos nossos projetos, o de “Monitoramento Automatizado de Vibrações Eólicas”. Vejam o excerto abaixo ou a reportagem completa (pág. 20).

Nas linhas do madeira, tecnologia vai resultar em economia de R$ 50 milhões

A vibração eólica é mais um desafio das tecnologias de transmissão. Numa parceria com pesquisadores do Departamento de Engenharia Elétrica da Universidade Estadual de Londrina, a Eletrobras Eletrosul desenvolveu o protótipo de um vibrógrafo – equipamento que mede as vibrações eólicas e o esforço que elas exercem sobre as linhas de alta tensão. O aparelho foi instalado no cabo para-raios da linha de transmissão de 525 kV Londrina-Ivaiporã, associada a Itaipu, para testes. As informações obtidas a partir do uso desse tipo de medidor podem ajudar a estimar o tempo de vida útil dos cabos de energia e indicar medidas preventivas ou corretivas em locais onde as linhas estejam mais vulneráveis à ação dos ventos.

O coordenador geral do projeto, professor José Alexandre de França, explica que o objetivo é desenvolver um sistema de aquisição de dados que monitore o estresse nos cabos das linhas de transmissão. “Conhecendose esse estresse, é possível prever quando há grandes chances de ruptura nos cabos e, para evitar problemas maiores, agendar uma manutenção preditiva”. Segundo ele, o protótipo foi desenvolvido para superar as limitações dos vibrógrafos atuais. “Um dos diferenciais é o uso de baterias recarregáveis via indução magnética, isto é, capazes de retirar energia do cabo no qual o aparelho está instalado, garantido maior autonomia de funcionamento. Outra vantagem é a transmissão on line de dados, que permite enviar informações diariamente ao servidor localizado no campus da Universidade, pela rede GPRS (Serviço de Rádio de Pacote Geral) do celular”, explica. A expectativa é que o projeto esteja pronto até dezembro de 2011.

Evidentemente, o texto está impreciso, pois o equipamento está sendo desenvolvido inteiramente por nós. A contribuição da ELETROSUL/ELETROBRAS limita-se apenas a permitir que o equipamento seja testado na linha de transmissão deles.